Não conhecer essas informações pode sair caro na hora de escolher um seguro para moto.
Muita gente erra nos detalhes do seguro para moto que pesam no bolso.
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Adquirir uma motocicleta vai além de economia e agilidade no trânsito. Para muitos brasileiros, a moto representa liberdade, mobilidade urbana e até mesmo uma fonte de renda.
No entanto, junto com essas vantagens, surgem riscos que não podem ser ignorados, como roubo, acidentes e danos a terceiros.
Nesse contexto, contratar um seguro para moto deixa de ser uma opção e passa a ser uma decisão estratégica para proteger o patrimônio e a situação financeira.
Apesar de algumas semelhanças com o seguro automotivo tradicional, o seguro de motocicleta tem regras, custos e coberturas específicas que precisam ser avaliadas com atenção antes da contratação.
Como funciona o seguro para moto e o que avaliar antes de contratar?
De acordo com informações de seguradoras, órgãos reguladores como a SUSEP e plataformas especializadas em comparação de seguros, o seguro para moto opera como um sistema modular, no qual o motociclista escolhe as coberturas de acordo com seu perfil, utilização do veículo e orçamento disponível.
O mercado de seguros para motos geralmente é mais caro e, em certos casos, mais restritivo do que o de carros, principalmente devido a dois fatores essenciais.
Por que o seguro de moto é mais caro?
Se está considerando contratar um seguro para a moto, é importante levar em conta os seguintes pontos:
1. Alto risco de roubo
As motocicletas, especialmente os modelos populares ou de alta cilindrada, estão entre os veículos mais visados em grandes cidades. O alto índice de roubo e furto influencia diretamente no valor do prêmio do seguro.
2. Maior exposição a acidentes
Estatisticamente, os motociclistas estão mais suscetíveis a acidentes graves, o que aumenta os custos com indenizações, despesas médicas e danos pessoais. Esse alto risco também influencia a política das seguradoras.
Por esse motivo, algumas empresas limitam a cobertura total a motos acima de determinada cilindrada (geralmente acima de 500 cc) ou a regiões com menor índice de sinistralidade.
Principais tipos de cobertura do seguro para moto
Se vai fazer seguro da moto, conheça alguns pontos importantes a considerar:
1. Cobertura total (compreensiva)
É a opção mais abrangente e cobre os principais riscos, como:
- Colisão e danos parciais, com reparo da motocicleta;
- Perda total, quando os danos ultrapassam 75% do valor do veículo;
- Roubo ou furto, com indenização integral caso a moto não seja recuperada;
- Incêndio.
2. Cobertura restrita (roubo e furto)
Mais acessível, é comum entre motos de baixa cilindrada e garante indenização somente em casos de:
- Roubo;
- Furto qualificado.
Em muitos casos, essa é a única opção viável oferecida pelas seguradoras para determinados modelos.
3. Responsabilidade civil facultativa (RCF-V)
Essencial para qualquer motociclista, cobre danos causados a terceiros, incluindo:
- Danos materiais, como outros veículos ou propriedades;
- Danos corporais, como despesas médicas de terceiros envolvidos no acidente.
Assistências e serviços adicionais fazem a diferença no dia a dia
Além das coberturas principais, o seguro para moto geralmente inclui assistência 24 horas, fundamental para quem utiliza a moto diariamente:
- Reboque, em caso de pane ou acidente;
- Socorro mecânico, como troca de pneu ou ajuda emergencial;
- Chaveiro, em situações de perda ou quebra da chave.
- Esses serviços agregam valor e evitam gastos inesperados.
O que influencia o preço do seguro para moto?
O valor do prêmio do seguro é calculado levando em conta diversos fatores de risco, tais como:
- Modelo e cilindrada da moto;
- Local de residência (CEP), critério principal de precificação;
- Idade e perfil do condutor, com valores mais altos para motociclistas jovens;
- Dispositivos de segurança, como rastreadores e bloqueadores, que podem diminuir o custo.
Seguro para moto é um investimento em segurança e tranquilidade
Optar por um seguro de motocicleta adequado é uma maneira inteligente de proteger o patrimônio, a renda e a tranquilidade.
Avaliar as coberturas, comparar as ofertas e entender o próprio perfil de risco são passos essenciais para fazer uma escolha consciente.
Em um cenário de mobilidade cada vez mais intenso, a segurança sobre duas rodas começa antes mesmo de ligar o motor.
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